terça-feira, 27 de outubro de 2009

Oh gente que me segue...

Mal ouço os vossos passos, mal sinto a porta bater quando entram. Ou saem.

Mas um facto é que quase todos os dias encontro um novo seguidor caído do céu, talvez perdido no mundo virtual, aterrando aqui por acaso. Não se preocupando com o facto de não mais haver diabo à solta, ou esperando pacientemente o seu regresso.
Intriga-me o facto que vos faz seguir-me. E não é isto falsa modéstia. É curiosidade. Saber o que vos atrai aqui, seguindo-me ou não.

Sabem que é por isso mesmo que não consigo pôr um ponto final neste sítio?

Oh gente que me segue, que posso eu fazer para vos deixar felizes?

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Já chegou aos jornais



Quem o encontrar, queira fazer o favor de o mandar de regresso para casa.

É que já lhe sinto a falta!
Obrigada
Assinado: O corpo sem diabo

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Tenho



saudades do meu Sal...

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Gostos não se discutem

E cada um tem os seus.
O que eu gosto, já o disse aqui muitas vezes.
Mas então o que não gosto? Isso também não me define?

Irei postar imagens daquilo que não gosto, por isso, que se instale a polémica.
E venha daí a primeira...

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Questão

Que será que me respondem se, numa sex shop e de vibrador em punho, perguntar ao(à) empregado(a) se posso experimentar?

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Play it again...



Queres?



Quero!



Avancei segura de mim.

Entre risos e palavras soltas, provocações e olhares directos, quis que me beijasses.

Tinha saudades da tua boca. Do teu sabor.

Tinha-me esquecido do teu sabor…

Os teus lábios tocaram nos meus e fiz aquilo que nunca consegui evitar.

Mordi-os. Não sei se gostas ou não.

Ou se te é indiferente. Mas mordi-os ao de leve, na ânsia de despertar um beijo daqueles capaz de despoletar tudo o resto.

Saboreei a tua boca. A tua língua, fresca, que me invadiu vagarosamente.

A mesma língua que minutos (ou seriam segundos?) depois me lambia fervorosamente no meio das pernas, encostada a uma mesa abandonada a um canto.

E as tuas mãos?

Essas mãos que (sei que) tinham fome de me tocar? Tão contidas que estavam… até ao momento em que me penetraste com um dedo e me fodeste com ele enquanto a tua boca permenecia colada à minha.

Gostei das tuas mãos em mim. Da tua boca na minha.

E da minha no teu pau.

Gostei de te engolir, de te sorver, de te chupar e fazer vir.

Gostei de te recordar…