Sou eu, abre a porta!
As palavras saíram do telemóvel e ela foi rapidamente envolvida por uma onda de surpresa e felicidade.
Abriu a porta da garagem e ele entrou, como se fosse a sua casa, como se Ela já fosse sua.
Assim que saiu do carro, abraçou-a e deu-lhe um beijo faminto.
As mãos dele percorreram-lhe o corpo, apertaram-na e despertaram a vontade de ser possuída.
Cuidadosamente, encostou-a ao carro e deixaram-se levar pelo desejo. Mas não seria ali.
Ele pegou nela ao colo e levou-a para um quarto. Deitou-a na cama, lançando para o chão tudo o que lá estava em cima. Entre os beijos famintos, foi-se desfazendo da roupa dela até a ter praticamente nua à sua frente.
Abre as pernas.
Com vergonha, ela obedeceu, depois de o olhar nos olhos e sentir que não havia razões para pudores.
Queria que ele a deixasse (ainda mais) louca.
Os dedos dele deslizavam hábeis pela sua carne húmida e quente, e as suas calças já não aguentavam a tesão toda que ela lhe estava a dar.
Despiu-as e sem querer perder mais tempo com preliminares, entrou dentro dela, nela, no seu corpo e na sua alma.
O quarto foi inundado com gemidos loucos, dois corpos famintos, que se possuíam um ao outro sem qualquer restrição, uma e outra e outra vez...
Selvagem, disse ele.
E ela arrepiou-se... entre a rudeza da palavra e o sussurro do seu nome no seu ouvido.