segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
I just called to say i love you
No New Year's day to celebrate
No chocolate covered candy hearts to give away
No first of spring
No song to sing
In fact here's just another ordinary day
No April rain
No flowers bloom
No wedding Saturday within the month of June
But what it is, is something true
Made up of these three words that I must say to you
I just called to say I love you
I just called to say how much I care
I just called to say I love you
And I mean it from the bottom of my heart
No summer's high
No warm July
No harvest moon to light one tender August night
No autumn breeze
No falling leaves
Not even time for birds to fly to southern sky
No Libra sun
No Halloween
No giving thanks to all the Christmas joy you bring
But what it is, so old so new
To fill your heart like no three words will ever do
I just called to say I love you
I just called to say how much I care
I just called to say I love you
And I mean it from the bottom of my heart
I just called to say how much I care, I do
I just called to say I love you
And I mean it from the bottom of my heart
Of my heart,
...... of my heart
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
First date
Merda, que vou vestir?
Os planos de ir com uma roupita leve e sexy capaz de arrancar o lado de trolha ao mais tímido rapazola de aldeia, caíram por terra. Amedrontada com o frio e a chuva (e com uma vozinha a martelar ao ouvido a dizer que camisolões de gola alta não são sexy’s – ou seria a dida?) escolhi o mesmo de sempre. Uma simples camisa. Com a diferença de não ter apertado um botão.
Com três pares de meias de liga na mão, olhava para elas sem saber quais usar. Lisas ou de rede? Pretas ou neutras? Examinei a primeira. Uma malha puxada. Examinei a segunda. Igual. Vou para a terceira, já a pensar para que raio queria eu as meias de liga. Nada feito, tudo num estado deplorável!
Foda-se!
Nada de meias sexy. Pego no primeiro par quente que encontro. Às riscas, pelo joelho.
Que se lixe!
Já que não dava para brincar muito com a roupa, esmerei-me com a maquilhagem. O resultado foi razoável. Acho eu.
É claro que é importante o primeiro contacto físico/visual com uma pessoa. Queremos mostrar-nos no nosso melhor e as dúvidas e receios são a ordem do dia.
Nota: repararam que eu não falei da minha roupa interior?
Rumo à Capital para o tão esperado encontro, tentava pensar em tudo menos naquilo. E de vez em quando também prestava atenção à estrada, vá. Cheguei inteira.
Cumprindo o combinado, com um ligeiro atraso (not my fault!), vislumbrei-o no meio de tantas alfaces, frescas como só elas (se calhar era da chuva que só não caia torrencialmente porque alguém lá em cima teve consideração pelo facto de eu estar enregelada).
Esbocei um sorriso disfarçado daqueles que não dá para esconder de modo algum (não sei se ele viu) e tentei esconder-me debaixo do guarda-chuva. (Eu tenho a mania que sou pequenina e ninguém me vê. Fazer o quê?)
Quando se aproximou, fixou-me nos olhos.
Transe.
Cumprimentou uma princesa.
Cumprimentou a culpada do atraso (not me).
Cumprimentou-me a mim. Senti-me importante. Deixada para o fim!
Gostei quando me puxou para si, depois de um carro me ter despejado 5 litros de água em cima.
Gostei quando me pediu para me agarrar a ele e partilhar o seu guarda-chuva.
Gostei quando me parou no meio da rua e me beijou... esperem… Isto é só mais adiante!
Sentámo-nos frente a frente. Mudos. Sorridentes. Algo nervosos.
Não tirava os olhos de mim.
Deves pensar que esse olhar funciona comigo, deves…
Porque estás a olhar tanto para mim?
Deu-me a mão. Entrelaçámos os dedos. Parecíamos amigos muito próximos. Talvez namorados.
A conversa fluiu, sobre tudo e sobre nada, sempre contando os minutos. Nunca uma hora me pareceu passar tão rápido.
Fiquei triste quando disse que ia pagar. Levantou-se e foi até ao balcão. Enquanto eu vestia o meu casaco, fiquei especada a olhar para (o rabo d)ele.
Nota: chegue-se à frente a primeira pessoa que nunca apreciou de esguelha o corpanzil de outra.
Saímos novamente para a rua. Continuava a chover. Alapei-me novamente ao braço dele. Sabia-me bem... e então ele parou-me (agora sim!) e beijou-me, ali, no meio da rua, com gente a passar, e possivelmente a pensar que éramos doidos.
Continuámos caminho, e ia eu submersa nos meus pensamentos (passávamos frente a um hotel e comecei a divagar em como era bom passar ali o resto da tarde), quando CAÍ na realidade.
A despedida foi breve. Mais um beijo, olhos nos olhos, e a dúvida se o voltaria a abraçar assim...
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Guilherme e Sofia
Ofegantes, deixaram-se cair no sofá, nus, e na expectativa se aquilo seria apenas uma noite.
É oficial!
(nem eu com ela, verdade seja dita)
PS- isto é um post com teor de private joke, que é como quem diz, não liguem!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Lição da Professora DC
pões o chupa na boca, certo?
certooo
a tua língua vai girar em torno do chupa
girar?
sim, rodar...
ok
tás a imaginar ?
tou. nunca pensei que era assim
ok... faz isso devagarinho...
portanto aquilo nao ta bem na boca...
enquanto que com a mão direita agarras na base do pau
a língua ta na ponta?
a língua tá na ponta, mas não usas só a ponta da língua ...
looooool
usa a língua toda
ok
bem aberta e molhada
oh my god
tás a perceber até agora?
tou sim
portanto... tás a segurar na coisa, firme (aperta, mas sem esganar)
tenho tendência a esganar o bicho, realmente
com a coisa na boca, e a língua a girar à volta... devagarinho
não esganesssss
mas firmeza!
sim!
ok!!!
agora vem a parte mais complicada
entao??????
imagina que o tás a masturbar a mão desliza para cima e para baixo
sim tou a ver
à medida que vai para baixo.. tu puxas para cima com a boca
e vice versa...
aaaaah
agora percebi
agarrar firme.. na boca, girar com a língua, e puxar
percebeste ?
capice
